:Blog DW Brazil:
Arquivo de junho de 2012

Business Certificate Programs – EUA

Postado por admin em 28/jun/2012 - Sem Comentários

Gol suspenderá voos para Santiago, no Chile, a partir de 3/10

Postado por em 19/jun/2012 - Sem Comentários

14/06/2012 – 16h09


RIO DE JANEIRO, 14 Jun (Reuters) – A Gol vai deixar de ter voos para Santiago, no Chile, a partir de 3 de outubro, informou a companhia aérea nesta quinta-feira.

“A decisão baseou-se em estudos de viabilidade da rota realizados por departamentos especializados da companhia”, informou a companhia, em comunicado.

A empresa também afirmou que está tomando as providências para reacomodar ou reembolsar clientes com passagens compradas após o início da suspensão dos voos.

A Gol tem adotado importantes medidas de redução de custos, buscando elevar sua rentabilidade, como a redução de 80 a 100 voos diários, além de demissão de pessoal.

No início de junho, a empresa demitiu 190 tripulantes, com objetivo de “manter seu plano de negócios disciplinado e a sustentabilidade de sua operação”.

No início de abril, a Gol já havia informado a efetivação da demissão de 131 funcionários, além de 46 adesões a um programa de licença não-remunerada e 238 pedidos de desligamento voluntário.

Trabalho no Exterior

Postado por em 12/jun/2012 - Sem Comentários

Larissa Leiros Baroni
Especial para o UOL

Matéria extraída do site Uol.

A combinação de trabalho e estudo pode ser a saída para quem planeja estudar no exterior e não tem dinheiro suficiente para pagar todas as despesas.

Alguns países permitem que estrangeiros com visto de estudante trabalhem enquanto estudam. É o caso da AustráliaInglaterra e da Irlanda.

Essas nações lideram o ranking das mais procuradas pelos brasileiros que precisam ganhar dinheiro enquanto estudam, segundo informações da associação brasileira de agências de intercâmbio, Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association).

Segundo o diretor financeiro da Belta, César Bastos, os rendimentos dos universitários que ingressam no mercado internacional variam entre US$ 7 e US$ 15 por hora, dependendo do emprego e do país de destino. “Não dá para ficar rico com a experiência, mas a remuneração é suficiente para se manter, sem grandes luxos, durante o intercâmbio”.

Para Bastos, o objetivo viagem deve ser a obtenção de bagagem educacional e cultural. “A atividade remunerada não pode, de jeito nenhum, atrapalhar os estudos”, disse Bastos.

O compromisso de encontrar um emprego no país estrangeiro é do estudante. Algumas instituições de ensino e agências oferecem suporte, indicando entrevistas, mas, mesmo assim, não isentam o aluno da responsabilidade. Por isso, para ingressar em território australiano, inglês ou irlandês é preciso comprovar condições financeiras, até como garantia para seguir os estudos e lidar com os imprevistos.

Entre as opções de emprego, há os estágios em diferentes áreas de conhecimento, como administração de empresas, economia, marketing, webdesign, biologia e engenharias. Também há o que no Brasil é considerado subemprego, como vagas de garçom, camareiro, cozinheiro, atendente de lojas, caixa de lanchonetes, recepcionista e outras funções do setor de serviços.

“Big Brother” oficial

Mesmo sendo mais flexíveis do que outros países de língua inglesa, Austrália, Inglaterra e Irlanda têm rígidas regras de imigração.

O governo australiano permite que estrangeiros matriculados em cursos de no mínimo 14 semanas trabalhem durante meio período.

Na Inglaterra, estudantes inscritos em programas de 24 semanas também recebem permissão para trabalhar meio expediente, durante o período letivo, e em expediente integral, durante as férias escolares.

Para exercer qualquer atividade remunerada na Irlanda é preciso estar matriculado em programas com duração mínima de 25 semanas.

A matrícula não é a única garantia para conseguir a liberação de trabalho. A fiscalização em relação à freqüência na escola costuma ser intensa. Os estudantes precisam ter 80% de participação nas aulas para manter o visto e permanecer no país.

Venda de bilhete aérea terá de informar índice de atraso de voo

Postado por admin em 05/jun/2012 - Sem Comentários

A partir de segunda-feira (4), as companhias aéreas terão que informar, na hora de vender a passagem, quanto o voo escolhido costuma atrasar. A determinação é da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), e o descumprimento pode gerar multa de até R$ 10 mil. Só que, entre a concepção da regra, em 2011, e a publicação no “Diário Oficial” da União, em março, a agência alterou, para cima, a definição do que considera atraso.
Agora, voos com menos de 30 minutos de atraso não entrarão na conta. No site das empresas terá que ser mostrado o percentual de voos que atrasam mais de 30 minutos e mais de 60 minutos.
Em 2011, a proposta era que as companhias informassem índices superiores a 15 minutos em voos domésticos. Nesse cálculo, seriam descontados problemas que não são de responsabilidade das empresas, como atrasos por questões meteorológicas. A Anac diz que mudou o cálculo porque, para o consumidor, “pode ser mais útil saber qual o histórico de atraso ou cancelamento do trecho e não sua motivação”. Diz, ainda, que a primeira proposta levava em conta alteração no índice de pontualidade e regularidade -tema que a agência desistiu de mudar.
Há cerca de um mês, representantes das aéreas pediram à agência que adiasse o início da regra. A Anac não aceitou. Para as empresas, o problema é obrigá-las a informar atrasos sem discriminar por que eles ocorrem. “Há cancelamentos e atrasos por meteorologia, porque o avião não consegue lugar pra estacionar”, diz Ronaldo Jenkins, diretor do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aéreas). TAM e Gol disseram que cumprirão a medida.
Matéria divulgada na Folha.com em 02/06/2012 – 07h33

Seus Direitos – Você Sabia?

Postado por em 05/jun/2012 - Sem Comentários

REGRAS DA ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil)
A Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diminui o prazo em que a companhia deve prestar assistência ao passageiro, amplia o direito à informação e exige a reacomodação imediata em casos de voos cancelados e interrompidos.
A nova regra obriga as companhias aéreas a reembolsar imediatamente o passageiro cujo voo for cancelado ou atrasar mais de quatro horas, se o bilhete já estiver quitado. O código anterior previa o pagamento em até 30 dias.
Outra novidade é o prazo para oferecer assistência ao passageiro. Antes, qualquer apoio material, que inclui acesso a telefone e internet, era feito depois de quatro horas. Com o novo regulamento, as empresas têm de proporcionar esse serviço uma hora depois do atraso ou cancelamento. Depois de duas horas, elas também são responsáveis pela alimentação do passageiro, e, a partir de quatro, pela acomodação em local adequado.
Se o voo tiver sido cancelado ou interrompido, o passageiro terá a opção de terminar o trajeto por meio de outro transporte ou esperar o próximo voo.
Em caso de problemas, as companhias aéreas têm de entregar aos passageiros um folheto com informações sobre os novos benefícios.

Novas regras ao setor aéreo ampliam direitos dos passageirosNovas regras ao setor aéreo ampliam direitos dos passageiros
Estão em vigor desde dia 13/6 as novas regras para o setor aéreo que ampliam os direitos dos passageiros em caso de atrasos e cancelamentos de voos. As normas estipulam multas por descumprimento.
A Resolução 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diminui o prazo em que a companhia deve prestar assistência ao passageiro, amplia o direito à informação e exige a reacomodação imediata em casos de voos cancelados e interrompidos.
A nova regra obriga as companhias aéreas a reembolsar imediatamente o passageiro cujo voo for cancelado ou atrasar mais de quatro horas, se o bilhete já estiver quitado. O código anterior previa o pagamento em até 30 dias.
Outra novidade é o prazo para oferecer assistência ao passageiro. Antes, qualquer apoio material, que inclui acesso a telefone e internet, era feito depois de quatro horas. Com o novo regulamento, as empresas têm de proporcionar esse serviço uma hora depois do atraso ou cancelamento. Depois de duas horas, elas também são responsáveis pela alimentação do passageiro, e, a partir de quatro, pela acomodação em local adequado.
Se o voo tiver sido cancelado ou interrompido, o passageiro terá a opção de terminar o trajeto por meio de outro transporte ou esperar o próximo voo.
Em caso de problemas, as companhias aéreas têm de entregar aos passageiros um folheto com informações sobre os novos benefícios.