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Arquivo de maio de 2012

CANADÁ: a chave para seu futuro

Postado por em 07/mai/2012 - Sem Comentários

Estudar no Canadá é uma boa opção para os alunos do Brasil. As universidades canadenses apresentam mais de 10 mil programas de graduação e pós-graduação em 95 universidades públicas e privadas sem fins lucrativos e escolas e institutos técnicos com nível universitário.

Os diplomas são valorizados no mundo todo, abrem portas para seu futuro e podem alavancar sua carreira.

Uma educação com preço acessível, com custo de vida e de ensino para estudantes internacionais é mais baixo no Canadá que em outros países.

O Canadá é uma sociedade multicultural e são conhecidos por serem amáveis, abertos e tolerantes e recebe de braços abertos estudantes de mais de 200 origens étnicas.

Como aluno internacional no Canadá, você irá usufruir de todas as garantias que protegem os canadenses: o respeito pelos direitos humanos, igualdade e uma sociedade estável e pacífica.

Quando o ensino de nível internacional, o inglês e o francês, como primeira e segunda língua é uma parte integral do sistema de educação do Canadá.

Fonte: Folheto Imagine Education au/in Canadá

A DW Brazil oferece várias opções de programas de estudo no Canadá. Consulte-nos

(11) 5687-0607 ou www.dwbrazil.com.br

Encontros com a SEG na DW Brazil

Postado por admin em 02/mai/2012 - Sem Comentários

Encontros com a SEG (Gastronomia na Suíça)

Prazo de inscrição para 5.800 bolsas de estudo no exterior termina nesta segunda-feira

Postado por em 02/mai/2012 - Sem Comentários

MATÉRIA DIVULGADA NO SITE DA REVISTA VEJA – 30/04/2012 – 17:23

Ciência sem Fronteiras

Sete países fazem parte do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. Bolsas são para a chamada ‘graduação sanduíche’

O prazo de inscrição para concorrer a 5.800 bolsas de estudo de ensino superior na Austrália, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal, termina nesta segunda-feira. As bolsas são para a modalidade chamada de ‘graduação sanduíche’, em que parte do curso é realizada no Brasil e parte no exterior. As bolsas são concedidas pelo programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal.

As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário eletrônico no site do programa. Para concorrer, os candidatos devem estar matriculados em curso de nível superior nas áreas prioritárias do programa; ter nacionalidade brasileira; ter cursado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para seu curso e se comprometer a permanecer no Brasil pelo dobro de tempo que ficar no exterior para a realização da graduação.

O programa Ciência sem Fronteiras prevê a distribuição de 75 mil bolsas em quatro anos.

Se você perdeu esta oportunidade, a DW Brazil oferece programas de Bolsas de Estudos em universidades americanas. Consulte-nos. www.dwbrazil.com.br ou (11) 5687-0607

Setor de gastronomia já emprega mais que a construção civil no país

Postado por em 02/mai/2012 - Sem Comentários

MATÉRIA DIVULGADA NO SITE DO JORNAL DA GLOBO

Edição do dia 26/04/2012

27/04/2012 01h28 - Atualizado em 27/04/2012 19h20

Gastronomia movimentou R$ 180 bilhões no ano passado, um crescimento de 80% em cinco anos. Setor emprega seis milhões de pessoas.

Renato Biazzi – São Paulo, SP

Milhões de brasileiros descobriram o prazer de cozinhar e ganhar dinheiro com isso. O setor de gastronomia já emprega mais gente do que o da construção civil, e continua crescendo.

No lugar do terno e gravata, uniforme impecável.  O representante comercial, Lucas Rodrigues, formado em administração de empresas, era quem vendia peixe e agora está aprendendo a prepará-lo.

“Hoje em dia eu me sinto muito mais realizado mesmo agora estando estagiando, às vezes o estágio não é remunerado, mas você sente que está fazendo a coisa certa”, conta.

O engenheiro civil Fernando Pereira abandonou dez anos de trabalho e jura que está feliz. “Eu estava num canteiro de obras lidando com construção civil, construção de casas, e agora estou com a ideia de construir pratos”.

Eles se juntaram a seis milhões de brasileiros que estão num mercado aquecido em fogo alto. A gastronomia movimentou R$ 180 bilhões no Brasil no ano passado, um crescimento de 80% em cinco anos.

Em cinco anos pulou de quatro para 96, o número instituições de ensino superior que oferecem o curso de gastronomia. O de uma faculdade, em São Paulo, tem parceria com um famoso chef francês. “Todo mundo que faz uma faculdade pensa em algum momento em virar um grande chef, mas existe um mercado gigantesco de alimentação fora do lar que carece de profissionais. Os profissionais que a gente forma, está formando, são absorvidos durante o curso”, diz a diretora do campus da Estácio, Cíntia Goldenberg.

O salário de um chef, num restaurante de padrão médio, chega fácil aos R$ 5 mil e vai subindo sem limites conforme o padrão da cozinha.

“Alguns anos atrás, 10, 15 anos, os profissionais de cozinha eles caiam na cozinha por acaso, era quase um subemprego. Hoje as pessoas estão escolhendo estar nas cozinhas, então a gente vê que a cada ano o nível de remuneração está aumentando”, observa a coordenadora do curso de gastronomia da Estácio, Luciana Silva.

Passar o dia cercado de aromas e de sabores, com tempo de sobra para se inspirar e criar novas receitas. Esse é o mundo ideal na cabeça de muita gente que escolhe a gastronomia. Mas eles logo aprendem que, para se tornar um chef de sucesso, é preciso antes de tudo ser um ajudante de cozinha incansável.

“Muita gente acha que vai se formar vai entrar numa cozinha e vai fazer tudo como faz exatamente na faculdade. É diferente e dependendo do estabelecimento que você for, eu acho que a pessoa não fica dois dias”, fala o assador Roberto Felizardo.

É a atitude que Alex Atala, o chef brasileiro mais premiado no exterior, cobra dos 30 estagiários que recebe no restaurante dele todo mês e as avaliações são rigorosas. “Eu preciso saber se aquele menino vai suportar a pressão do que é cozinhar ao longo dos anos. Do que é abrir mão dos seus finais de semana, abrir mão de suas datas festivas”.

E ele garante: o trabalho é de equipe. “A boa comida de um restaurante não é feita por um chef. Um chef extrai de uma cozinha que é composta de equipamentos e efetivamente de cozinheiros. O resultado de um restaurante vem de uma equipe coesa, equilibrada e acima de tudo bem treinada”.

Tudo isso, para a satisfação dos outros. “Antes de tudo é altruísmo. É você se entregar, entregar uma parte boa de si para outra pessoa”, diz o professor de gastronomia, Robert Flack.