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Arquivo de julho de 2011

Menu recheado (e saboroso) a bordo

Postado por em 30/jul/2011 - Sem Comentários

Empresas aéreas investem em atrativos gastronômicos para agradar clientes

Agência Estado

“O senhor gostaria de carne ou frango?” Quem está acostumado a viajar declasse econômica já decorou a pergunta que o comissário faz enquanto segura as duas bandejinhas e olha nos olhos do passageiro. Na verdade, você gostaria mesmo é de uma torta.

Ou, talvez, uma salada caprichada. Quem sabe até de um cardápio, onde pudesse ter o luxo de escolher o prato – algo reservado apenas a quem está do outro lado da cortina, na primeira classe do avião.

A aposta principal é investir em doses extras de atrativos gastronômicos que recheiam os serviços de bordo - desta vez, não apenas para quem pode pagar muito mais pelo bilhete. Afinal, é o próprio chef executivo de desenvolvimento da companhia de catering LSG Sky Chefs, Adriano Capra, quem faz a comparação e dá a receita: “Você pode ir a um restaurante cinco estrelas e pagar muito por isso, ou ir a uma praça de alimentação e pagar menos. São segmentos distintos, todos importantes e cada um tem seu papel.”Enquanto é grande o número de pessoas que reclama da comida servida em aviões, poucos são aqueles que a cobrem de elogios. Cientes de que agradar o paladar de potenciais passageiros fiéis pode refletir em uma medida com fins para lá de lucrativos, aéreas tradicionais (ou seja, cuja principal preocupação não é oferecer voos baratíssimos), têm prestado atenção neste nicho.

Listamos aqui, então, os serviços e novidades de algumas empresas aéreas. Afinal, o quesito paladar também pode influenciar na hora de comprar a próxima passagem.

KLM

Na empresa holandesa, o sonho de escolher as refeições na classe econômica se torna realidade – contanto que você pague 15 euros e faça o check-in online entre 24 e 30 horas antes do voo. Lá você escolhe entre as opções, que incluem entrada, prato principal e sobremesa, e vão de culinária oriental e indonésia a pratos orgânicos.

Singapore

Os chocolates de Cingapura podem não ser tão famosos, mas na companhia Singapore Airlines eles são exclusivos. A empresa é a única cujo catering produz sua própria guloseima de cacau, servida em todos os voos, para todos os passageiros. Crianças entre 2 e 7 anos que têm o privilégio de viajar de primeira classe, dispõem do programa Yummy, que possibilita escolher entre 12 possibilidades de menu até 24 horas antes do voo: pode ser macarrão com almôndegas, panquecas ou até arroz refogado com frutos do mar.

TAM

Desde 2010, a companhia brasileira contratou a especialista em chás Carla Saueressig para criar uma bebida vermelha, cor símbolo da empresa, misturando frutas e ervas da Amazônia. Você pode pedir o seu depois da refeição, como uma variação do cafezinho tradicional.

Lufthansa

Além de chefs renomados que conduzem os menus da primeira classe e executiva, a Lufthansa elabora, desde o ano passado, o que chama de “Lufthansa Classics”. São pratos tipicamente alemães, oferecidos como opções aos principais, e que mudam de acordo com a época do ano. Em julho e agosto, o especial é o filé de truta müllerin, preparado pelo chef suíço Roland Schmid.

Avianca

Se já é difícil se animar com a comida servida em voos longos, imagine nos trechos muito curtos, como na ponte aérea Rio – São Paulo. Pensando neste filão, a Avianca montou um cardápio especial para voos que partem a partir das 11 horas. Na lista, manjares, bolos, crepes e lanches quentes prometem uma viagem mais agradável.

Turkish

Desde março, o programa Chef on Board leva em todas as viagens que saem de São Paulo um chef, que tem a responsabilidade de finalizar os pratos e garantir que cheguem à sua mesinha o mais frescos e bonitos possível. Além da classe executiva, o serviço se estende à Comfort Class – intermediária entre a econômica e a executiva. São 180 chefs treinados como tripulantes, vestidos a caráter e desfilando pelos corredores do avião prontos para esclarecer qualquer dúvida – e tirar fotos com quem quiser.

Emirates

Um cardápio de papel, também para a classe econômica, convida os passageiros a escolher entre três opções de pratos principais, inclusive no café da manhã. O menu é renovado a cada mês e inclui sempre receitas locais – como caipirinha e pastel, no caso do Brasil. Quem quiser pedir refeições ricas em fibra, somente com alimentos crus, sem lactose ou até pratos com pouca caloria (para não sair da dieta) também pode solicitar à companhia.

Fonte: IG Turismo – 21/07/2011 - http://turismo.ig.com.br/destinos_internacionais/2011/07/21/menu+recheado+e+saboroso+a+bordo+10465772.html

CURSO INTENSIVO DE GASTRONOMIA

Postado por em 29/jul/2011 - Sem Comentários

Carrera Acelerada de Cocinero Profesional.

Curso Intensivo de Gastronomia em Buenos Aires, Argentina. São 14 semanas de aulas em período integral, para alunos locais e internacinais.

São 7 horas de aulas de segunda a sexta em horários distintos, nas quais os alunos tem aulas teóricas e práticas. Os horarios variam entre manhã e tarde, dependendo das matérias do dia.

Incluso no preço: matérias primas, ferramentas de trabalho, material de estudo, viagens ao campo.

DATA DE INÍCIO: 5 de Setembro de 2011

Este escola é a única que tem, perto de Buenos Aires, um campus próprio aonde se estuda o manejo das carnes e da cozinha argentina.

Nossos docentes são os melhores profissionais da área e são Chefs que se destacaram na Argentina e na Europa.

Mais informações: info@dwbrazil.com.br / tel 11 5687-0607

O governo aumentou a taxa do imposto para 6,38%nas compras com cartão de crédito no exterior. Veja como driblar esse aumento

Postado por em 28/jul/2011 - Sem Comentários

Mônica Cardoso, especial para o iG São Paulo

O Real valorizado deu o empurrãozinho para muita gente fazer as malas e viajar para o exterior. Com produtos mais baratos que no Brasil, a bagagem costuma volta mais pesada com eletrônicos, roupas, perfumes, bebidas… Sem falar nos presentinhos para a família e os amigos.

O governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2,38% para 6,38% para compras com cartão de crédito fora do País. A medida, que começa a ser aplicada 30 dias após o decreto presidencial, vai encarecer as despesas, mas ainda assim compensa comprar importados.

Só para comparar: a versão mais básica do iPad 2, lançado recentemente, custa a partir de US$ 499 (cerca R$ 843,31) nas lojas da Apple nos Estados Unidos – sem o serviço 3G. Com o aumento da alíquota do IOF, o tablet sairá por R$ 897,12.

Por enquanto, não há previsão de quando o novo modelo vai chegar ao Brasil, mas a primeira versão do eletrônico disponível nas lojas brasileiras custa desde R$ 1.399. Ou seja, você faz uma boa economia quando compra o aparelho lá fora.

“Mesmo com o aumento do imposto, é mais vantajoso comprar produtos no exterior. O objetivo do governo é aumentar a arrecadação tributária taxando produtos comprados no exterior, o que vai afetar a classe média”, avalia o professor de finanças José Carlos Luxo, da Fundação Instituto de Administração (FIA).

Quer pagar quanto?

O aumento do IOF de 6,38% afeta apenas as compras com cartão de crédito. Quem usar cartões de débito pré-pagos, traveller checks ou comprar moeda estrangeira, continuará pagando a alíquota de 0,38%.

“Neste momento, o cartão de débito pré-pago é a forma mais vantajosa para as viagens internacionais. Porém acredito que, no futuro, o governo também poderá elevar o IOF para esse tipo de cartão se eles forem muito utilizados”, diz o professor José Carlos.

Como levar dinheiro ao exterior

Como a máxima de não colocar todos os ovos em uma única cesta também se aplica às compras no exterior, conheça as várias maneiras de pagar suas despesas. Sem voltar com o peso das dívidas.

Cartão de débito pré-pago

São uma boa alternativa já que a taxa de IOF é menor: 0,38%. Fáceis de usar, os cartões de débito pré-pagos são uma evolução dos antigos traveller checks. E funcionam como os celulares pré-pagos: você carrega com o montante que pretende gastar, que geralmente é em dólar americano, libra esterlina e euro. Se a moeda usada no destino da viagem for diferente, a conversão é feita no momento da compra.

“Além da segurança e praticidade de não ter que andar com dinheiro vivo no bolso, a vantagem é que você fixa um limite de gastos e não se preocupa com a flutuação cambial”, afirma o professor José Carlos. Em caso de perda ou roubo, o cliente recebe um cartão adicional.

Saiba que ao inserir a quantia, o cliente paga uma taxa. E ao sacar dinheiro no caixa eletrônico, também incide uma cobrança que varia de acordo com cada empresa.

Dinheiro Vivo

Para pequenas despesas, como um café ou a conta do táxi, leve dinheiro do país para onde vai viajar. Além de não se preocupar com a flutuação cambial, dá para barganhar em comprinhas, já que o pagamento é na hora.

A taxa de IOF cobrada na compra de dólares é de 0,38%. Mas leve em conta que terá que desembolsar um pouco a mais na conversão. “Para viajar, as pessoas físicas compram o dólar turismo, cuja cotação é mais cara do que o comercial e o paralelo. Pesquise as taxas cobradas nas casas de câmbios e bancos e saiba que só é possível levar no máximo US$ 10 mil”, recomenda o professor de finanças pessoais Samy Danada da Faculdade Getúltio Vargas (FGV-EESP).

Redobre a prudência, já que o valor não será restituído em caso de perdas e roubos. Uma dica: nunca ande com um bolo de dinheiro nem com notas muito altas, pois é difícil conseguir troco.

Cartão de crédito

Mesmo com o aumento da taxa do IOF para 6,38%, o cartão de crédito é uma forma segura e prática de comprar no exterior. Em caso de perda ou roubo, é fácil bloquear e solicitar outro cartão. Além disso, o cliente recebe todas as despesas discriminadas no extrato do banco.

Fique de olho no limite do cartão e na conversão do valor, que é feita com base no câmbio do dia do pagamento da fatura e não no  da compra, o que pode trazer surpresas desagradáveis. Também é bom evitar saques sucessivos de dinheiro no caixa eletrônico já que o cliente paga uma taxa pelo serviço, que varia de acordo com o banco.

* Os cálculos foram feitos pelo professor de finanças José Carlos Luxo, da FIA

**Foi considerada a taxa de câmbio do cartão de crédito de R$ 1,69 (média entre a taxa de câmbio comercial de R$ 1,66 e câmbio turismo de R$ 1,72), referentes ao dia 28 de março de 2011

Fonte: IG Turismo - http://turismo.ig.com.br/destinos_nacionais/2011/03/31/a+melhor+maneira+de+fazer+compras+no+exterior+10392511.html

Custo de vida baixo atrai brasileiros a estudar na Argentina

Postado por em 27/jul/2011 - Sem Comentários

Foi-se o tempo em que o destino preferido dos intercambistas em busca de curso de espanhol era a Espanha. Com a atual crise europeia e o custo de vida na Argentina cada vez mais baixo, agora é o país latino que alcança o primeiro lugar na lista de destinos de língua espanhola.

Vale ainda explica que a Argentina é um dos países do Mercosul mais baratos de se viver devido aos baixos preços para moradia e alimentação, e que por isso se torna o destino mais procurado.

Segundo a Embaixada da Argentina, o passaporte não é necessário para quem vai fazer turismo de até 90 dias. Brasileiros podem embarcar com o passaporte ou somente com a carteira de identidade original. Porém, quem vai ficar mais de três meses em terras argentinas ou vai se matricular em alguma instituição de ensino básico ou superior precisa de autorização governamental. Para conseguir o visto, entre em contato com a embaixada do seu estado. E fique tranquilo: o fato da Argentina integrar o Mercosul torna o processo menos burocrático.

Fonte: Terra – 24/07/2011 - http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5255847-EI8266,00-Custo+de+vida+baixo+atrai+brasileiros+a+estudar+na+Argentina.html -

Com real em alta, número de intercambistas brasileiros deve aumentar até 25% em 2011; veja dicas

Postado por em 26/jul/2011 - Sem Comentários

Thiago Minami

Em tempos de real forte, o intercâmbio no exterior tornou-se uma opção acessível para estudar idiomas, adquirir experiência profissional e aprender os macetes de se lidar com outras culturas. No ano passado, cerca de 170 mil brasileiros entraram em algum tipo de programa de trabalho ou estudo no exterior – em 2004, eram apenas 42 mil.

Os intercâmbios podem ser só para estudo, trabalho ou ainda combinar ambos. Dá para aprender um idioma, fazer um curso em área específica ou frequentar ensino médio, superior ou pós.

Os destinos mais procurados mundialmente são os países que falam inglês, como Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

A tendência é que cresça a demanda mundial por intercâmbio em países que falam outras línguas. A Association of Language Travel Organisations prevê um aumento drástico no número de interessados na China. Já uma pesquisa entre estudantes estrangeiros mostrou que a Alemanha é a nação com melhor infra estrutura para recebê-los, sobretudo para cursos de graduação e pós – muitos deles oferecidos em inglês.

Antes de embarcar num intercâmbio, pergunte-se se está realmente pronto para passar uma temporada fora e lidar com os desafios característicos da experiência.

A carioca Gracielle Azeredo, 23, passou as últimas férias de verão nos Estados Unidos para aprimorar os conhecimentos em inglês.  Foi a primeira vez que saiu do Brasil. No início, foi difícil entender o que os nativos falavam. Mas logo se acostumou e adorou. “A experiência me tornou uma pessoa mais flexível e aberta. Eu descobri que consigo me adaptar a uma realidade diferente da minha”, conta ela, que nunca tinha ficado tanto tempo longe da família.

É um aprendizado que traz benefícios para a vida profissional e pessoal. Afinal, passar uns poucos dias como turista num país é bem diferente de ver de perto como é o cotidiano das pessoas daquele lugar.

É isso o que espera o paulistano Gabriel Mint Beaverhausen, 23, que embarcará para o Japão no final do ano a fim de passar três meses estudando a língua local. Fã da cultura nipônica, ele está louco para conhecer pessoalmente tudo aquilo de que só ouviu falar. “Quando voltar, sei que isso vai contribuir para conseguir um emprego, mesmo que não tenha nada a ver com o Japão”, diz.

Dicas para não se dar mal

  • 1 – Profissionalismo

Escolha uma agência de viagem com experiência e que faça parte de associações nacionais ou internacionais. Fale com ex-clientes para saber se tudo correu bem.

  • 2 – Pesquisa

Não poupe cliques na hora de pesquisar sobre o local escolhido. Aquela cidadezinha no interior dos Estados Unidos pode não ser o que você espera de sua viagem.

  • 3 – Guarda-chuva ou boné?

Para intercâmbios no final do ano, fique de olho no clima. Em muitos dos destinos, é inverno, e tolerá-lo por meses pode se tornar uma dificuldade e as vezes é necessário comprar novas roupas para enfrentar o clima.

  • 4 – Burocracia

Programe-se o quanto antes. Tirar os documentos necessários pode levar tempo, principalmente para países que exigem visto.

  • 5 – Para onde eu vou?

Confira os dados sobre a instituição em que vai estudar ou trabalhar e, no caso de ensino médio ou superior, veja se o certificado emitido é válido no Brasil.

  • 6 – Comportamento

Esteja atento a costumes e leis diferentes dos nossos. A idade mínima para ler e dirigir, por exemplo, é levada à risca em muitos países. Pesquisar bem é a palavra de ordem.

  • 7 – Converse

Informe-se sobre o programa que você escolheu conversando com pessoas que já passaram por ele.

  • 8 – Quem é quem

Vai se hospedar em casa de família? Tente manter contato com os anfitriões e saber mais sobre eles. Não tenha receio de perguntar se há fumantes, crianças pequenas ou animais de estimação.

  • 9 – Sobrevivência

É importante ter um seguro-saúde. Muitos intercambistas aproveitam, por exemplo, para esquiar. Nesse caso, a cobertura de danos em esportes radicais deve estar inclusa.

Fonte: UOL – 25/07/2011 - http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/07/25/com-real-em-alta-numero-de-intercambistas-brasileiros-deve-aumentar-ate-25-em-2011-veja-dicas.jhtm

Como planejar sua viagem ao exterior

Postado por em 25/jul/2011 - Sem Comentários

Se você está pensando em fazer um curso fora do país nas suas próximas férias, já deve começar a planejar sua viagem. Há uma grande variedade de países e cursos e em alguns lugares há opções de cursos extras, além do curso de idioma.

Ao decidir em qual país e cidade vai estudar, comece a pesquisar mais sobre o local, se há necessidade de visto ou não, quais as condições climáticas na época em que você pretende ir e analisar se você vai se adaptar bem aos costumes locais. Primeiramente, você precisa fazer seu passaporte e verificar quais são as exigências consulares daquele país e se há necessidade de vacinas para viajar.

Os custos da viagem irão depender do país, data da viagem, tipo de curso e duração. Além disso, é preciso escolher o tipo de acomodação que se adapta melhor ao seu estilo. Outro custo é a passagem aérea, que pode ser pesquisada e comprada com antecedência para ter os melhores preços. Estudantes podem conseguir descontos na maioria das vezes e não esquecer que é necessário o seguro viagem internacional, caso necessite de atendimento médico.

Não se esqueça de fazer uma cópia da sua passagem aérea e do seu passaporte e tenha uma boa viagem!

Demanda de brasileiros por visto para os EUA sobe 230%

Postado por em 22/jul/2011 - Sem Comentários

Cerca de 1 milhão de brasileiros viajam por ano para os Estados Unidos (EUA). Segundo a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, desde 2006, a demanda por vistos cresceu 230%. Apenas em 2010, o Consulado Geral dos EUA em São Paulo emitiu quase 320 mil vistos de não imigrante (que não vai fixar residência no país), mais do que qualquer outra seção consular dos Estados Unidos no mundo.

Para atender a esse contingente de viajantes, a embaixada em Brasília e os consulados em São Paulo e no Rio de Janeiro vão abrir sábado, dia 23, para um mutirão de emissão de vistos. A embaixada espera atender a 3 mil brasileiros que não têm a possibilidade de requisitar o visto durante a semana. A procura é tanta que as vagas para agendamento já se esgotaram nas representações diplomáticas.

De acordo com Marco Ferraz, presidente da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o aumentos do número de brasileiros que viajam para os EUA se deve, principalmente, à queda do dólar e ao crescimento econômico do Brasil. “As viagens de lazer já estão na cestas de compra de boa parte dos brasileiros. E os Estados Unidos têm tudo que o brasileiro gosta, como a oportunidades de fazer compras, já que eletrônicos e roupas de marca saem mais em conta lá do que no Brasil”, disse Ferraz.

Mas não são só as compras que atraem os brasileiros. Os negócios entre Brasil e EUA cresceram e é cada vez maior o número de pessoas que viajam a trabalho para a América do Norte. “ Os Estados Unidos têm grandes congressos e convenções, muito procurados. Nesses casos, as pessoas acabam aliado a viagem a negócio com um pouco de lazer e turismo”, disse Ferraz.

De outubro de 2010 a junho deste ano, a Missão Diplomática do EUA no Brasil emitiu visto para 550 mil brasileiros. Mas Marco Ferraz reclama que a emissão do visto ainda é um processo muito burocrático e que é preciso se programar com antecedência para evitar problemas na última hora. “São, em média, quatro meses para conseguir o passaporte e o visto. O ideal é que o cliente só feche o pacote de viagem após a emissão do visto, para não ter que pagar multa pelo cancelamento da viagem”, explicou Ferraz. As informações são da Agência Brasil.

Fonte: Diário do Turismo – www.diariodoturismo.com.br – 21/07/2011

E mais curiosidades sobre os países…

Postado por em 21/jul/2011 - Sem Comentários

  • Itália:

- Há muitos vulcões em seu território, sendo os mais conhecidos: Etna e Vesúvio, o mais ativo da Europa.

- Em várias cidades históricas é proibido o transito de carros no centro, transitando-se somente a pé, de bicicleta ou de motocicleta.

- Roma é a cidade mais populosa da Itália e Milão a segunda maior.

- A verdadeira mussarela é feita com leite de búfala.

- Além do italiano, há diversos dialetos falados como vêneto, napolitano e o sardo.

  • Malta:

- O carnaval é um evento cultural importante no país, assim como no Brasil.

- O ônibus do transporte público é dirigido pelo dono do veículo.

- A água potável em Malta é obtida através da dessalinização da água do Mar Mediterrâneo, além dos sistemas de captação de água da chuva.

- Descobertas arqueológicas na ilha datam de quase 4000 a.C

  • Reino Unido:

- A bebida mais popular no Reino Unido é o chá

- A vida noturna em Londres é bastante agitada, especialmente no verão, com vários restaurantes, os famosos pubs, danceterias, teatros e cinemas à disposição.

- Na cidade de Londres não existe um grande tráfego de carros, pois é cobrado um pedágio de £ 7 por dia para circular no centro da cidade.

- Para os ingleses, a cerveja deve ser bebida em temperatura ambiente e sem o colarinho.

  • Suiça:

- Há quatro idiomas oficiais: Alemão, Francês, Italiano e Romanche, sendo que a última é um dialeto falado por menos de 1% da população.

- A capital administrativa é Berna e não Zurique como muitos acham.

- Na Suíça, não existe o nosso “crepe suíço”

- Eles têm um refrigerante chamado Rivela, feito de soro de leite, porém não é branco e sim da cor do nosso guaraná.

Planeje seu curso no exterior agora!!!

Postado por em 20/jul/2011 - Sem Comentários

Não conseguiu fazer o curso dos seus sonhos ? Aproveite o mês de féris para se programar para o final do ano ou ano que vem.

Na realidade fazer um curso no exterior é mais barato que muitos cursos aqui no Brasil, mesmo incluindo acomodação, alimentação e passagem aérrea

Aproveite e nos ligue, pois temos muitas opções para você.

Mais informações: (11) 5687-0607 – info@dwbrazil.com.br

Intercâmbios para adolescentes têm alta de até 76%

Postado por em 19/jul/2011 - Sem Comentários

Adriana Meyge |Valor Econômico

Dólar baixo e mercado de trabalho aquecido.

Crianças e adolescentes participam mais dos programas de férias em julho e impulsionaram o faturamento do setor no período. A venda de viagens para o grupo “teen” chegou a aumentar 76% na mesma relação.

O preço dos pacotes varia de R$ 5,5 mil a R$ 9 mil, e os principais destinos são Estados Unidos, Inglaterra e Canadá. São programas para o público de 12 a 17 anos, que combinam curso de idioma e viagem nas férias.

Enquanto o tempo médio que os menores de 18 anos gastam em intercâmbios no exterior permanece estável – em torno de seis meses -, a duração das viagens dos adultos diminuiu de seis para quatro semanas desde o segundo semestre de 2010. Os cursos ficaram mais curtos quando o Brasil começou a ‘decolar’, porque os adultos precisam voltar para o trabalho. Sem poderem viajar junto com a família, os pais enviam os filhos em intercâmbios cada vez mais cedo.

“Antes a nossa preocupação era que o cliente era ‘de única viagem’, mas hoje a gente vislumbra que ele faça cinco viagens”, diz Celso Garcia. Segundo ele, trata-se de uma mudança cultural: “intercâmbio está na moda”. É comum uma pessoa iniciar ainda criança em um programa de férias e continuar a fazer as malas ao longo dos anos, investindo em cursos de línguas, estudos acadêmicos, estágio e trabalho no exterior.

As vendas para o grupo “teen”, aumentaram 40% no primeiro semestre. “O intercâmbio faz parte do planejamento de qualquer família de classe média dos centros urbanos hoje”, afirma Garcia.

Segundo a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais, esse mercado tem crescido em torno de 20% ao ano. “Hoje o intercâmbio é economicamente acessível e há uma grande variedade de programas e destinos, além de maior acesso à informação”, diz Maura Leão, presidente da entidade.

A queda do dólar foi fator determinante no crescimento deste ano. No primeiro semestre, a expansão de 35% do faturamento em relação ao mesmo período de 2010 também foi impulsionada pelo programa para adolescentes a partir de 13 anos – com alta de 76%.

O segundo segmento que cresceu acima da média no semestre foi o de “jovens profissionais”, entre 25 e 30 anos. Os jovens adultos aproveitam as férias para estudar línguas estrangeiras e outras matérias de interesse, como fotografia, cinema e culinária no exterior.

Para Santuza, esse grupo já conquistou seu espaço no mercado e tamanha euforia não é esperada para os próximos anos. “Não acho que no ano que vem vai crescer tanto. Só se a classe C tivesse acesso ao intercâmbio”. Por outro lado, a projeção é que os adolescentes continuem desbravando o mundo e aumentem o tempo de permanência no exterior.

Apesar de não fazer parte das categorias que mais aceleram, o intercâmbio de cursos de idiomas, principalmente de inglês, ainda é o carro-chefe das agências. O Brasil tem escassez de profissionais com domínio do inglês e saber a língua é uma necessidade.

Fonte: www.diariodoturismo.com.br – 19/07/2011