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Arquivo de junho de 2011

Experiência em Montreal

Postado por admin em 22/jun/2011 - Sem Comentários

Estou em Montreal agora, curtindo um calorzinho por aqui. Já tinha vindo pra cá em 2001, e sabia que a cidade era maravilhosa, e assim continua.

Escrevo para passar um feedback provisório sobre o serviço a mim prestado pela DW.

Em francês: Parfait!! hehehe…

A escola é ótima, o staff é muito atencioso e preocupado com as necessidades dos alunos, e minha homestay também tá perfeita: apesar de não ser perto, é muito fácil e prático de chegar.

Os vôos foram ótimos e no horário (todos!!).

Obrigado por enquanto…ainda tenho uns 30 dias aqui, e muitos passeios para fazer (e vôos pra pegar).

Por favor multiplique meus agradecimentos à equipe da DW que me apoiou nesta empreitada. Todos foram ótimos!!

Étreinte (abraço!).

Carlo Turk

High School

Postado por em 21/jun/2011 - Sem Comentários

O programa de intercâmbio de High School, ou segundo grau, é uma imersão numa nova cultura porque você vai morar num país por um periodo de 6 meses a 1 ano, se tornando um membro de uma família nativa e fazendo parte da comunidade local.

Você não pode perder essa oportunidade já que só existe uma idade para participar dessa inesquecível experiência, que é entre 15 e 17 anos. Essa viagem é tão gratificante, traz tanta satisfação e prazer que o estudante carregará para sempre em sua memória e em seu coração os momentos tão preciosos vivenciados em terras tão distantes.

Você voltará encarando o mundo de outra forma, com o idioma fluente ou quase, sabendo expressões e gírias populares e falando de maneira cotidiana, o que é possível somente morando no exterior.

Você ainda conquistará sua independência, amadurecimento, autoconfiança e responsabilidade. Tomará consciência de que é perfeitamente possível viver longe da família e de amigos e poderá, sozinho, conquistar novos amigos.

Através do contato com as diferentes culturas e costumes diversificados, terá a chance de perceber como o mundo se organiza de várias maneiras e usar  essa percepção para refletir sobre nossa cultura.

O principal objetivo dessa experiência é levar o estudante a desenvolver-se de maneira que ele aprenda a fazer e agir em situações diversas, tendo a cultura como elemento fundamental.

Escolha o país e a cidade onde gostaria de morar e venha nos procurar para podermos iniciar  seu processo de matrícula.

Aluno da DCT-Suiça vence Bocuse D’Or do Brasil. Venha você também fazer parte desta elite.

Postado por em 16/jun/2011 - Sem Comentários

Dear Chef Patrick,

Today was the Bocuse D’or Brazil contest and I won!


I’ll represent Brazil now in Bocuse D’or Latin America at Mexico.  The three first places at Mexico will join Bocuse D’or at Lyon, in 2014.  I would like to thank you so much for this.

I won because of my techniques, my high standard, my passion about cooking, organization and because I care about all the details. You taught me all of this.

Organization and time planning was easy after practicing this in FEC, EGC and MGC. High standard and passion are your way to analyze us, and this is the best thing you can do to us.

The bases, the techniques impressed even the french guys and they had to recognize my Swiss background.

The little mistakes that you never let go make the difference, always. Without DCT I would never be the best in Brazil today.

Thank you so much again

I’m always proud to wear my DCT jacket.

Fábio Watanabe

Seguro Saúde Viagem e Bagagem

Postado por em 15/jun/2011 - Sem Comentários

A maioria dos países exige seguro saúde para seus alunos e turistas e as regras e os valores de cobertura varia para cada um destes países. Por esta razão devem sempre procurar uma empresa especializada que oferece este produto para todo tipo de cliente e idade. Existem seguros apenas de saúde e outros que cobrem ainda viagem e bagagem.

Acidentes e imprevistos podem acontecer a qualquer um de nós. Por esta razão não deixem de se informar. O valor não é alto e a cobertura boa.

Experiência na Alemanha

Postado por em 07/jun/2011 - Sem Comentários

Meu nome é Cesar Takamori e sou namorado da Bianca, que já postou aqui no blog também, participei do programa de estágio remunerado no ano de 2009, composto de um curso inicial de 2 meses de curso de alemão em uma cidadezinha no sul da Alemanha chamada Horb am Neckar, pequena e muito charmosa, cheguei em janeiro e ela estava completamente coberta por neve, para mim tudo era novo e muito bonito.

Durante esse período morei em uma casa de família que era dona de um restaurante, logo meus jantares eram muito fartos e deliciosos, o quarto era bem confortável e com internet wireless, o que ajuda muito a manter contato com os amigos e a família. O curso era bom e interativo, realmente adicionei muito ao meu conhecimento prévio (1 ano de estudo no Brasil), aprendi muito, o que foi primordial para conseguir o estágio, os documentos foram preparados com a ajuda da escola e as entrevistas também.

Meu estágio foi realizado na Empresa Amphenol Tuchel GmbH localizada em Heilbronn, cidade 40km ao norte de Stuttgart, o que foi muito bom, pois minha namorada estava morando em Mannheim, no mesmo estado 60km de distância, assim podíamos nos ver todos os finais de semana e era fácil de nos encontrar para as viagens, que por sinal foram muito enriquecedoras, conhecemos em torno de 13 países, diversas culturas e paisagens.

Atualmente estou colhendo os resultados dessa experiência, sou estudante de engenharia e estou realizando estágio em uma empresa multinacional de renome, todas as empresas para o qual me candidatei demonstraram interesse devido ao meu currículo, com certeza por causa deste diferencial da experiência na Alemanha.

Como um resumo, esse ano na Europa só teve a acrescentar a minha vida pessoal e profissional, com boas lembranças e certamente frutos futuros.

Cursos de Pós Graduação na Espanha

Postado por em 03/jun/2011 - Sem Comentários

O interesse por cursos de Pós Graduação na Espanha tem crescido muito. A DW está oferecendo diversos cursos a preços muito acessiveis nas universidades de Granada, Sevilla, Madrid entre outras:

Os preços variam de € 3.389 até € 9.500 por ano

Alguns dos cursos mais procurados além do MBA são:

Master em Marketing e Comportamento do Consumidor

Master em Educação Ambiental

Master em Recursos Hídricos e Meio Ambiente

Master em Gestão Estratégica e Inovação em Comunicação

Master em Saúde Internacional

Master em Investigação de Atividades Físicas e Esportes

Master em Tecnologia de Telecomunicações

Master em Arqueologia e Patrimonio: Ciencia e Profissão

Master em Cooperação Internacional e Políticas de Desenvolvimento

Entre em contato.

www.dwbrazil.com.br

info@dwbrazil.com.br

(11) 5687-0607

A arma do sucesso chinês: boa educação

Postado por em 03/jun/2011 - Sem Comentários

Na última reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (26/4/2011), a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação de 75 mil bolsas de estudo no exterior até 2014, o que dá uma média de 18,7 mil por ano. Trata-se de excelente notícia, especialmente se essas bolsas se concentrarem nas áreas de ciências exatas, que são estratégicas para o desenvolvimento do Brasil.

Essa ideia já havia sido ventilada por Dilma durante a campanha. Mas o anúncio definitivo veio depois de sua viagem à China.

Os chineses já definiram sua arma para dominar o mundo: a educação. O país realiza uma colossal revolução na preparação de talentos para ciência e tecnologia. A China quer eliminar a diferença existente em relação aos Estados Unidos, ao Japão e à Alemanha e se apronta para ser o líder em pesquisa e desenvolvimento e, consequentemente, na produção industrial até 2050. É isso que se lê no seu arrojado Plano Educacional para 2010-2050.

Lembremos que a China cometeu um erro gravíssimo ao fechar as universidades durante a Revolução Cultural (1966-1976), mas o erro está sendo corrigido. Já no final da década de 1970, Deng Xiaoping promoveu avanços tremendos em todos os níveis da educação, em especial no universitário. De 600 faculdades existentes em 1978 o país passou para 2 mil em 2008 – e não para de aumentar. No ano de 2000, 40 mil jovens chineses foram estudar nas melhores universidades do mundo. Esse foi só o começo. Em 2008 eram 420 mil (110 mil só nos Estados Unidos), a maioria em cursos de pós-graduação (Amelie F. Constant e colaboradores, China”s Latent Human Capital Investment, Institute for the Study of Labor, abril de 2011).

O Brasil também aumentou a exposição de seus jovens ao ensino no exterior. Mas as diferenças são colossais. Por exemplo, enquanto a China manteve, em 2009, 120 mil jovens nos Estados Unidos (a maioria em pós-graduação), o Brasil tinha apenas 7,5 mil: 450 em cursos de curta duração (em geral de inglês), 3,7 mil em cursos de graduação e apenas 3,3 mil em pós-graduação.

A caminhada a ser vencida é enorme. Mas temos de reconhecer que os planos de Dilma são avançados. Ela pretende mais do que dobrar o número de bolsistas brasileiros nas ciências exatas. Certíssimo!

Outro capítulo das reformas de Dilma é o Programa de Ensino Técnico (Pronatec), que busca criar cerca de 8 milhões de vagas nas escolas técnicas até 2014 – 2 milhões por ano. Mais uma vez, certíssimo!

É claro que esses são apenas números, enquanto, neste campo, o que mais conta é a qualidade do ensino. No plano educacional da China está sendo dada uma especial atenção a esse aspecto. O país tem 300 milhões de estudantes e 14 milhões de professores – todos eles cobertos por um programa de atualização de conteúdo e aperfeiçoamento didático. Uma enorme atenção está sendo dada à pré-escola para fazer os alunos aprenderem mais devagar, mas com maior profundidade.

No campo administrativo, a China está descentralizando a gestão das escolas, passando a maior responsabilidade aos governos locais e sob o controle das comunidades. A propósito, a China conseguiu envolver todo o povo na discussão do referido plano, deixando claro que a melhoria de vida nas gerações atual e futura dependerá fundamentalmente não apenas de educação, mas de uma boa educação. Cerca de 75% dos chineses conhecem e apoiam o plano.

Essa é uma outra diferença em relação ao Brasil. Entre nós, a maioria dos pais fica satisfeita quando seus filhos conseguem um lugar nos bancos escolares, pouco se importando com o que e como as escolas ensinam seus filhos.

Oxalá os planos de Dilma sejam concretizados e acompanhados com uma boa atenção à questão da qualidade do ensino.

Fonte: José Pastore – O Estado de S.Paulo – 10/05/2011

A crescente importância da língua alemã no mundo

Postado por em 02/jun/2011 - Sem Comentários

O alemão é o idioma mais falado na Europa: cerca de 100 milhões de europeus o falam como língua materna ou língua de família. Estes vivem na Alemanha, na Suíça, na Áustria e no Luxemburgo, e, sendo minorias lingüísticas, na Bélgica, na Dinamarca, na Romênia, na Hungria e na Rússia. Embora o alemão seja um língua predominantemente falada na Europa, existem também falantes nativos, os imigrantes de origem alemã na América Latina, nos EUA e em algumas regiões da África.

Além disso, no mundo inteiro, mais de 20 milhões de pessoas estão aprendendo ou falando o alemão como língua estrangeira. Na Europa, o alemão está (depois do inglês como o idioma largamente mais ensinado) na segunda posição entre as línguas estrangeiras nas escolas e universidades ou nos institutos de língua. Com a extensão da Comunidade Européia para o Leste, onde 4,5 milhões de pessoas sabem ou aprendem o alemão, vai ganhando ainda mais importância. Em alguns novos países membros, como na Polônia, Hungria e República Checa, o alemão é uma tradicional língua de cultura e largamente ensinado nos colégios e nas faculdades.

Alemão na ciência e na internet

O alemão já teve uma importância bem mais expressiva nas ciências do que hoje em dia. Após a re-invenção da universidade por Wilhelm von Humboldt, que no início do século XIX ancorou a unidade de ensino e pesquisa, em algumas áreas como a química ou a física, os cientistas alemães chegaram a dominar o discurso de tal forma que a designação de fenômenos ou teorias (como o efeito Doppler ou a teoria de Ohm) era sempre à base de termos alemães.
Esta situação mudou – hoje existem grandes editoras alemãs que publicam revistas e livros em primeira edição apenas em inglês, sobretudo nas engenharias e ciências naturais. Embora nos laboratórios com as suas equipes internacionalizadas fale-se (prioritariamente) o inglês, o alemão não deixa de ser importante veículo no mundo científico e cultural. 12% dos livros produzidos, a nível mundial, são escritos em alemão. Também no meios de comunicação virtual, o alemão consolidou-se como língua de ponta – é a segunda língua mais usada na internet, tanto quanto à oferta total das paginas (sem formato pdf) quanto às procuras efetuadas (no Google).

Alemão é importante!

Por que, então, aprender alemão quando se planeja estudar em uma universidade alemã? Além dos motivos listados no site www.falemão.com.br, eis mais alguns:

• Para conhecer os alemães, a cultura e o modo de viver e pensar do país, não há outro instrumento a não ser a sua própria língua.

• Estabelecer uma ligação afetiva e duradoura com a Alemanha e o seu meio acadêmico alemão passa pelo idioma.

• Embora a importância do inglês esteja aumentando, a maioria das publicações científicas na Alemanha é publicada em alemão.

• Nas empresas e instituições alemãs fala-se se prioritariamente o alemão, contrariando afirmações de que “a empresa internacional só tem uma língua”.

• Sobretudo nas ciências baseadas em língua e texto (letras, filosofia, história, sociologia, direito etc.), o idioma é a ferramenta com o qual se trabalha.

• Aprender e saber alemão, como segunda língua estrangeira, constitui um diferencial que poderia ser importante no mercado de trabalho de hoje.

• O alemão serve de ponte e acesso para muitos dos novos países do Leste.

Que nível de alemão é preciso?

Para estudar efetivamente em uma universidade alemã, é necessário um nível de fluência acima do coloquial ou cotidiano. É preciso saber trabalhar com textos, usar recursos como dicionários mono- e bilingües, conseguir captar o conteúdo de uma palestra ou aula, escrever e falar com relativa correção e soltura. É certo que estas exigências variam de acordo com a área do conhecimento: Obviamente, em ciências baseadas em textos e idéias como as Ciências Humanas, o nível exigido é alto. Em cursos como as Engenharias, as Ciências Naturais ou a Educação Física, exige-se às vezes um nível inferior.
Via de regra, as universidades exigem para o ingresso num estudo regular (também de doutorado) o nível de proficiência testado pela prova DSH (Deutsche Sprachprüfung für den Hochschulzugang ausländischer Studienbewerber). Este exame avalia as capacidades orais (ouvir, falar) e escritas (ler, escrever) no nível do ensino superior. Todas as universidades fazem o DSH e oferecem cursos preparatórios (http://www.fadaf.de/pruef/index.html, em alemão).

Isentos da DSH são estudantes que apresentam certificados equivalentes. Estes podem ser os exames do Instituto Goethe: ZOP (Zentrale Oberstufenprüfung), KDS (Kleines Deutsches Sprachdiplom) e GDS (Großes Deutsches Sprachdiplom). Alunos das escolas alemãs que detêm o diploma KMK II também são isentos, e em casos extraordinários, a ZMP (Zentrale Mittelstufenprüfung) pode ser suficiente.

Desde o ano 2002, existe a possibilidade de fazer um exame de proficiência fora da Alemanha, o chamado “TestDaF”. Este exame é pago, mas tem a vantagem de conferir uma avaliação diferenciada (não apenas “passou / não passou”) segundo as diferentes capacidades lingüísticas, que determinarão se o estudante já possui o nível suficiente conforme as exigências diferentes de cada curso na Alemanha.

Fonte: www.brasilalemanha.com.br